Os pesquisadores fizeram uma nova análise da base de dados nacional National Walkers’
Health Study, que, desde 1998, reúne informações sobre milhares de homens e
mulheres de meia idade que usam a caminhada como exercício regular. Ao todo são
7.374 homens e 31.607 mulheres, que praticam a atividade em variados ritmos. O
estudo dividiu essas pessoas em quatro categorias, dividindo-as com base na
intensidade de cada voluntário. Na categoria 1, por exemplo, ficaram os mais
rápidos, que percorriam 1 milha (1,6 km) em até 13,5 minutos. Já na categoria 4
ficaram os mais lentos, que percorriam a mesma milha em 17 minutos ou mais. Cruzando os dados de todas as categorias com o National Death Index, os pesquisadores averiguaram que aproximadamente 2.000 caminhantes já haviam morrido, sendo o número maior de mortes concentrado entre os mais lentos. Aqueles da categoria 4 tinham uma probabilidade 18% maior de morrer, sendo mais vulneráveis a mortes por doenças cardíacas e demência. Ao contrário do que era esperado, a taxa de morte permaneceu alta mesmo com esses caminhantes cumprindo as recomendações padrões de atividades físicas diárias. A pesquisa sugere que há um benefício significativo à saúde ao se acelerar o ritmo da caminhada.
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